História da IA: das primeiras contas aos assistentes — comece por aqui
Uma série ilustrada em 17 capítulos: do ábaco, Anticítera e Pascal às redes neurais, aos modelos de linguagem e aos assistentes de IA.
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Uma série ilustrada em 17 capítulos: do ábaco, Anticítera e Pascal às redes neurais, aos modelos de linguagem e aos assistentes de IA.
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Uma conversa é a parte visível de muitos sistemas atuais. Por trás dela, podem existir modelos, documentos, ferramentas, regras e verificações. Entender essa composição ajuda a decidir onde a tecnologia pode colaborar e como conferir o trabalho realizado.
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Produzir texto exige relacionar partes de uma sequência. A arquitetura Transformer, apresentada em 2017, ofereceu uma maneira influente de realizar esse processamento. Para entender seu impacto, precisamos separar tokens, atenção, treinamento e geração.
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Em algumas tarefas, a resposta certa não chega pronta para cada situação. O sistema age, observa consequências e procura melhorar uma estratégia. O aprendizado por reforço estuda essa relação entre ação, ambiente e recompensa.
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Há mais de dois mil anos, um instrumento mecânico transformava ciclos astronômicos em movimentos e indicações. Sua história ajuda a entender o que significa colocar um cálculo dentro de uma máquina.
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Um ábaco não pensa nem escolhe a operação. Seu valor está em organizar quantidades de modo que uma pessoa consiga trabalhar com elas. Conhecer seu funcionamento ajuda a distinguir representação, procedimento e automatização.
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Muito antes da inteligência artificial, pessoas já criavam maneiras de registrar quantidades, organizar contas e representar o mundo. Entender essa história ajuda a distinguir uma ferramenta de apoio, uma máquina de cálculo e um sistema de IA.
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O lançamento do Haiku 5.5 reduz o preço de acesso à IA e abre espaço para novas aplicações. Entenda por que tokens, revisão e retrabalho precisam entrar na conta.
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A ampliação de um programa da Anthropic para profissionais de segurança digital recoloca uma pergunta prática: descobrir mais vulnerabilidades significa proteger melhor os sistemas? A resposta depende de validação, prioridades e capacidade de corrigir. Empresas, escolas e responsáveis por sites precisam aprender a transformar alertas em redução de risco.
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Em Public Opinion, Walter Lippmann mostrou como formamos opiniões sobre um mundo que conhecemos apenas parcialmente. A inteligência artificial torna essa discussão mais urgente ao selecionar, resumir e produzir interpretações. Com apoio em pesquisa e em uma correção científica recente, este artigo examina os limites da persuasão e caminhos para preservar a autonomia.
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