História da IA: das primeiras contas aos assistentes — comece por aqui

Muito antes dos computadores, pessoas já criavam instrumentos para registrar quantidades, organizar contas e representar o mundo. Esta série acompanha essa história até os sistemas de inteligência artificial que consultam informações e utilizam ferramentas.

São 17 capítulos com exemplos acessíveis, fotografias de acervo, diagramas e referências. Cada texto explica os termos necessários para acompanhar o assunto. Você pode seguir a ordem proposta ou escolher um tema no índice.

A jornada não pressupõe uma evolução inevitável. O ábaco e as máquinas de cálculo não eram sistemas de inteligência artificial. Conhecer suas capacidades e seus limites nos ajuda a fazer perguntas melhores sobre as tecnologias atuais.

Antes da inteligência artificial: representar, calcular e programar

  1. Antes dos computadores: por que começamos a criar instrumentos para calcular?
  2. O ábaco: como contar com peças mudou a maneira de calcular
  3. Anticítera: quando engrenagens aprenderam a representar o céu
  4. Pascal: quando o “vai um” passou a fazer parte da máquina
  5. Babbage e Ada: quando as contas abriram espaço para as instruções

A formação de uma área: ideias, métodos e limites

  1. Turing: o que uma máquina pode calcular — e o que uma conversa pode demonstrar
  2. Neurônios, bits e informação: duas ideias que ajudaram a construir a IA
  3. Dartmouth: quando a inteligência artificial ganhou um nome e uma agenda
  4. Regras ou exemplos? Duas maneiras de ensinar uma máquina a resolver problemas
  5. ELIZA: por que uma resposta pode parecer compreensão
  6. Sistemas especialistas: como colocar conhecimento profissional em regras
  7. Os invernos da IA: quando as promessas encontraram limites

Dados, aprendizagem e os assistentes atuais

  1. Quando os dados ganharam o centro da cena
  2. Redes profundas: como aprender representações mudou o reconhecimento de imagens
  3. Aprender pelas consequências: dos jogos ao aprendizado por reforço
  4. Transformers e modelos de linguagem: como o contexto entrou no centro da conversa
  5. Dos modelos aos assistentes: o que mudou quando a IA passou a consultar e agir

Comece pelo primeiro capítulo:
Antes dos computadores: por que começamos a criar instrumentos para calcular?

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Gilmar Barros

Gilmar Barros

Mestre em Educação Profissional e Tecnológica, engenheiro de software e profissional de transformação digital. Produz conteúdos sobre inteligência artificial, carreira e desenvolvimento pessoal e profissional.

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